quinta-feira, 13 de maio de 2010

Aventuras gastronômicas na Cidade Grande

Desculpe os adoradores do Rio de Janeiro, mas cidade maravilhosa é Sampa

O post que segue é um relato da minha aventura gastronômica pela maior cidade do Brasil, aventura que teve apenas um contratempo, causado graças ao pecado da gula, que me fez experimentar os mais diversos sabores e temperos pelos mais distintos estabelecimentos que comercializam alimentos na cidade de São Paulo. É claro que com tanto exagero o desfecho não poderia ser outro.

Domingo 8h00 – Um café da manhã extremamente saudável, com fontes de carboidratos, vitaminas, proteínas, fibras e tudo mais que faz uma nutricionista ter orgasmos múltiplos ao saber que alguém no mundo pratica esse desafio pela manhã, algo que até então eu nunca tinha me proposto a cumprir.

10h00 – Depois de uma viagem de carro com duração de mais ou menos 30 minutos pelo trânsito maluco e constante da Big City, a degustação de uma boa coxinha com massa excessiva e frango temperado basicamente com corante artificial para dar aquela sensação de molho de tomate consistente. Para deixar a refeição ainda mais completa uma Coca-Cola de 6oo ml, apesar de ser o refrigerante que mais detesto, se tornou um produto de desejo naquele momento. Em menos de 5 minutos meu estômago preparava a produção de ácido gástrico para trabalhar em cima desse conteúdo.

11h00 – Utilizar o metrô para te levar de um local escasso de comida a outro tipicamente lotado pela boa culinária oriental é algo que nós, meros interioranos não desfrutamos no nosso dia-a-dia. Assim defino o almoço mais simbólico de toda minha vida até agora. Na famosa Liberdade, em um restaurante que estava cuspindo pessoas pela janela devido à lotação, todas essas esfomeadas, atrás daquele prato colorido e cheio de pegadinhas gastronômicas agridoces típicas da culinária japonesa e bem estranha ao meu paladar extremamente brasileiro que é, almocei. Mesmo assim tudo que foi posto no prato em poucos minutos já estava sob trabalho do meu organismo na busca pelos princípios da nutrição.

12h00 às 18h00 – Essas foram as piores horas da aventura. Jejum, passei seis horas apenas bebendo água. O fato de estar dentro de uma gibiteca me impedia de ingerir qualquer alimento que seja, pois gibis e restos de comida é uma combinação perigosa e como boa nerd que sou não me atrevi a cometer essa atrocidade.

19h00 – Deus tarda mais não farta. Em um shopping muito grande, isso sob a perspectiva de uma cidadã deslumbrada de Ribeirão Preto, devorei em um pequeno espaço de tempo um lanchinho do Burguer King com tudo que eu esperava ter em mãos naquele momento. Hambúrguer em tamanho extra-grande, muito pão, pouca alface, abundância de condimentos e mais 500 ml de Coca-Cola.

22h00 – Morta de cansada e agora sem fome cai no sono com o estômago extremante cheio.

Conclusão
O que acontece quando você se dispõe a comer tudo aquilo que nunca comeu em toda sua vida em apenas um dia, no meio a correria e com poucas possibilidades de praticar atos higiênicos antes de se alimentar?
Acontece merda, foi exatamente o que aconteceu comigo no dia seguinte. Estômago cheio e intestino em conflito, assim defino a resposta do meu corpo frente as mais variadas opções de se nutrir pela cidade de São Paulo.

Créditos das Imagens: Flickr,

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