segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Por medo de comer menino se alimenta a partir de tubos

A primeira vista, o garoto da foto parece uma criança como outra qualquer, a não ser por um fato que vem intrigando a comunidade médica britânica: o pavor dele em se alimentar pela boca.
Daniel Harrison tem três anos de idade e durante seus primeiros meses de vida o refluxo gástrico causou grande incomodo, a ponto possivelmente, de ser uma das causas desse trauma que acompanha o menino nas horas das refeições.


Para que ele não sofra com a desnutrição, tubos foram implantados diretamente em seu estômago para que então possa se alimentar diariamente sem mais transtornos, mas está longe de ser a maneira mais adequada de oferecer a Daniel todos os nutrientes necessários a manutenção da sua saúde.
Além dos problemas gástricos, o autismo também afeta a rotina dessa criança que já passou por uma cirurgia nos pulmões para reverter complicações geradas pela contaminação com o vírus da gripe suína (H1N1) no ano passado.


O pior de tudo isso é o fato de que não há nenhum um problema de saúde que impede Daniel de comer normalmente, as causas são de origem psicológicas, como disse o pai do menino ao jornal Nottingham Evening Post e até agora nenhum tipo de ajuda surtiu efeito positivo.
Segundo a família a única solução para esse caso tão curioso e lamentável é o tratamento em uma clínica chamada Graz, situada na Áustria, pois há a informação de que crianças em situações semelhantes alcançaram melhoras significativas quando submetidas aos cuidados dos profissionais neste local. No entanto, é necessária uma quantia de aproximadamente 20 mil libras (quase 58 mil reais) apenas para custear a viagem, sem contar os gastos com a terapia especificamente falando.
Daniel vive uma realidade desconfortável capaz de causar desconforto também para os que ficam ao seu lado, pois vê-lo sofrer e não conseguir fazer nada para ajudar deve deixar seus familiares com uma sensação de impotência significativa. Todas as chances de cura devem ser levadas em consideração, nem que isso signifique a participação de autoridades e até da população na hora de arcar com os custos.
Estudos e pesquisas sobre esse assunto necessitam grande atenção dos cientistas para que no tempo mais breve possível seja desenvolvido algum tipo de tratamento que proporcione melhores condições de vida para todos que sofrem com problema semelhante a esse.


Fonte: Terra

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