terça-feira, 15 de março de 2011

Falta de alimentos afetam as vítimas do terremoto no Japão

As grandes emissoras de televisão e jornais do Brasil e do mundo, não tem outra pauta na mesa da redação, que não seja o perigo de uma explosão nuclear no Japão, depois do grande abalo sísmico, de magnitude 8.9.

Os jornalistas recorrem a manchetes como “Reator pode explodir na usina nuclear de Fukushima” ou “O perigo da explosão nuclear complica ainda mais situação das vítimas do terremoto”. Preocupante? Sim, evidente. Mas convenhamos, o que dá mais audiência: publicar sobre problemas menores como a falta de alimentos e falhas nos serviços básicos do país ou expor o risco que um otaku qualquer pode enfrentar ao ver que seu ramster na gaiola se transformou em um terrível mamífero cruel com garras maiores que as de um leão ao ficar exposto a radiação? Pois bem, os perigos de um possível grande vazamento de materiais radioativos.


Cidades como Yokohama, localizado próximo a capital Tóquio, no dia seguinte ao desastre, já apresentavam prateleiras de supermercados vazias e com cartazes avisando sobre o problema da escassez de produtos essenciais, como alimentos. Arroz, leite, ovos e massas são alguns exemplos.

O sistema de transporte ainda não foi totalmente recuperado, pois como foi visto em várias imagens e vídeos, trens, ônibus e vias de acesso ficaram quase irreconhecíveis depois de terem sido tomados pelas ondas da tsunami gerada após o abalo que alterou ligeiramente o eixo da Terra.

A população começou imediatamente estocar água e mantimentos, pois para que haja uma recuperação total do território, ainda que contando com esforços e doações de várias nações, será necessário bastante tempo e a situação neste momento é instável.


Agora o santuário da tecnologia, pátria-mãe do mangakás e berço da robótica pede ajuda. Nada conforta povo, mas a tragédia poderia ter sido ainda maior se a natureza tivesse encontrado em regiões mais pobres e despreparadas, o ambiente ideal para mostrar sua fúria. Que bons ventos soprem em direção ao oriente.


Fonte:
Terra, G1 e Jornal do Brasil

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